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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Vem aí o Google Phone (aka Nexus One)


Diante da enxurrada de rumores e fotos que surgiram nos últimos dias (e nas últimas horas, pra ser honesto) a respeito de estar desenvolvendo um novo smartphone, o Google seguiu o velho dito popular que diz que “onde passa boi passa boiada” e confirmou em seu blog oficial de mobile que de fato está desenvolvendo “um novo dispositivo móvel”.

De acordo com o gigante da web, o novo aparelho deverá “combinar um novo hardware desenvolvido por um parceiro com uma nova versão do Android que deverá oferecer novos recursos e capacidades”.

Segundo uma matéria do Wall Street Journal publicada neste domingo a tal parceira que está desenvolvendo o hardware é ninguém mais ninguém menos que a HTC, que também foi a “autora” do G1, primeiro aparelho com o Android a chegar ao mercado, ainda em 2008. As informações disponíveis até o momento dão conta que o novo smartphone deverá atender pelo pomposo nome de Nexus One e que rodará a versão 2.1 do sistema operacional do robozinho, com a aparência devidamente customizada por sua empresa-mãe.

O blogueiro norte-americano Cory O’Brien teve contato com o brinquedo, emprestado por um amigo que trabalha do Google, na noite no último sábado e afirmou em seu twitter que ele é “como o iPhone, com direito a um espaço pouco maior de tela, scroll wheel, excelente touchscreen e Android”. Por hora seu único problema conhecido deverá ser o preço, estimado entre US$ 500 (R$ 850) e US$ 600 (R$ 1020). Se por aqui os valores parecem ser uma pechincha por lá isso representa mais ou menos o dobro do que a Apple pede por seu onipresente iPhone, mas com a vantagem de que o Nexus One deverá ser vendido apenas desbloqueado, e, portanto, sem subsídios das operadoras.

Em seu comunicado o Google afirma que até o momento vem “compartilhando o novo aparelho com seus empregados ao redor de todo o mundo”, com direito a uma bronca velada aos que vazaram informações para amigos ou imprensa: “Infelizmente, até o momento os testes são fechados apenas a nossos empregados, e por isso não podemos compartilhar dados e informações específicas”.

De qualquer maneira, novas informações não deverão demorar a surgir, já que o lançamento do Nexus One é previsto no próximo mês de janeiro.

[via Technoblog]

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

SMS spam poderá acabar no Brasil

Acabei de ler uma ótima notícia via Tecnoblog:

"Quando você compra um celular no país, não importa em qual a operadora, as chances de que você receberá um SMS não-solicitado no telefone é alta. A probabilidade de que eles sejam enviados pelas próprias operadoras é maior ainda. O SMS spam, que muito sempre traz ofertas de jogos e promoções, é uma prática comum. E ela poderá acabar em breve.

Ao menos é isso que o Ministério Público Federal em São Paulo quer conseguir. O órgão aconselhou hoje às operadoras Tim, Claro, Oi e Vivo que parem de enviar mensagens de texto não solicitadas, seja por SMS ou qualquer outro meio. A recomendação partiu do procurador da república Márcio Schusterschitz, que disse que “o cliente tem direito à privacidade”.

Mas o que o procurador provavelmente não sabe é que ao assinar o contrato de prestação de serviços, o cliente está autorizando a operadora a enviar as mensagens. Vejam esse contrato da Tim (PDF), por exemplo, na cláusula 9.6 que diz “A TIM poderá oferecer serviços adicionais, comunicar aos Clientes sobre novos produtos, serviços e promoções através do envio de mensagens de texto e/ou multimídia ou qualquer outro canal de contato”. Logo abaixo dela, há uma outra cláusula que informa que é possível ligar para as centrais de atendimento e cancelar esse serviço, mas como relatado pela nossa colunista Bia Kunze, em um post no blog Garota Sem Fio, isso nem sempre surte efeito.

Schusterschitz também recomendou à Anatel que “exerça seu poder regulador e vede que as operadoras encaminhem as mensagens não autorizadas pelos usuários de celular”. A julgar pelo tom das suas recomendações, acredito que o Excelentíssimo recebeu um SMS no meio da noite e não gostou muito. [FOL] "

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Visa lança piloto de mobile payment com tecnologia NFC


O celular incorporou mais uma facilidade e deu outro passo para se tornar a "carteira eletrônica" do século XXI. Nesta terça-feira, 25, a Visa e seu braço de tecnologia, a Visanet, anunciaram um programa piloto que promete substituir o cartão de crédito pelo telefone móvel em dezenas de aplicações. Batizado de Visa payWave, o sistema contactless (sem contato) utiliza a tecnologia Near Field Communication (NFC), padrão desenvolvido pela indústria financeira para a transmissão e recepção de dados entre dispositivos próximos. O payWave funciona da seguinte forma: após o lojista digitar o valor da compra no leitor convencional de cartões (POS), o usuário - que previamente solicitou a relação do número do seu cartão de crédito ao número da linha do celular - aproxima seu aparelho móvel com NFC em cerca de 10 centímetros de um terminal fixo, também dotado de chipset NFC e interligado ao POS. O recibo é emitido automaticamente no POS e a transação efetuada. O piloto está sendo realizado com 200 portadores de cartão de crédito Visa do Banco do Brasil e Bradesco na Grande São Paulo e Brasília - outros bancos emissores devem aderir ao projeto no futuro - e, por enquanto, o chip NFC está disponível somente no celular Nokia 6212 vendido pela operadora Claro. Os terminais NFC estão disponíveis em bilheterias de cinemas e caixas de algumas redes de restaurantes fast-food. "O sistema contactless se justifica e é altamente oportuno em lugares com grande movimentação e volume de pagamentos, onde invariavelmente se formam filas, como pedágios, padarias, estádios de futebol, cinemas e fast-foods", diz Marcelo Sarralha, diretor de Tecnologia e Produtos e Canais Emergentes da Visa. O limite máximo por transação é de R$ 100 e a plataforma embarcada permite que o usuário, ao tirar foto do produto comprado em seu celular, tenha a imagem desse produto automaticamente relacionada aos valores da respectiva transação. "Assim, ele terá um histórico ilustrado de suas compras", acrescenta. A Visa não informou quando o payWave estará disponível comercialmente, alegando que isso dependerá de uma série de fatores relacionados à toda a cadeia de parcerias.

Mobile payment

Segundo Sarralha, o lançamento do Visa PayWave não representa um modelo proprietário de mobile payment, muito pelo contrário. "Estamos utilizando a NFC, uma tecnologia aberta e, mais do que isso, consagrada e aprovada pela indústria financeira como a mais confiável para o mobile payment, por seus protocolos seguros e altos níveis de criptografia", explica. "Com certeza, essa experiência agregará valor às discussões da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) na busca pelo modelo de pagamento móvel a ser adotado futuramente no país", acrescenta.

A diretora de Serviços de Valor Adicionado (VAS) da Claro, Fiamma Zarife, concorda e acrescenta que a tecnologia de segurança do mobile payment tinha mesmo de vir da indústria financeira. "Eles são especialistas nisso, enquanto nós (teles) podemos agregar a escala da telefonia móvel", diz. Ela acrescenta que outras iniciativas estão sendo tomadas pela Claro a fim de viabilizar ainda mais o negócio. "Já estamos testando em laboratório uma forma de integrar a tecnologia NFC diretamente ao SIM Card, o que traria escala e garantiria o sucesso do mobile payment", revela.

Cartazes inteligentes

Há uma série de serviços de valor adicionado que a Visa lançará por intermédio do NFC. Um deles, que também está em teste, é o de cartazes inteligentes. O usuário aproxima seu celular NFC de um cartaz ou folder promocional e automaticamente aparecerá no visor do aparelho uma mensagem referente a alguma promoção, desconto ou até acesso trechos de filmes. "No cartaz inteligente de um filme, por exemplo, basta aproximar o celular do cartaz para assistir o trailer no aparelho ou ganhar um ingresso para o acompanhante", diz Sarralha. Fiamma Zarife revela que a Claro também pretende utilizar esse canal para promoções casadas com a operadora, que podem passar pelo envio de ringtones, wallpapers, SMS, entre outros.

Próximo lançamento

O próximo lançamento de mobile payment da Visa será na área de transferência de valores financeiros entre contas bancárias. Quem revela é Marcelo Serralha. "Essa transferência poderá ser feita de forma presencial (entre dois celulares, via NFC) ou via Internet ou SMS, também por meio do aparelho móvel", diz.

[via TI Inside]

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Governo estuda alteração em lei que obriga TV digital em celular

Representantes dos principais fabricantes de celular do País discutem a obrigatoriedade do sinal digital, que entra em vigor em 2010.

O governo vai analisar a possibilidade de flexibilizar a obrigatoriedade de que os fabricantes de telefones celulares produzam aparelhos capazes de receber sinal de TV digital no Brasil a partir de janeiro de 2010. O assunto será avaliado ainda em agosto.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), na semana passada, representantes da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica e dos fabricantes LG, Samsung, Sony Ericsson, Nokia, Motorola, Flextronics, Governo do Amazonas e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) se reuniram com o MDIC para discutir o assunto.

Os representantes da indústria informaram ao governo que não há condições de cumprir a meta de 5%, porque estimativas de mercado apontam que a demanda por aparelhos capazes de receber sinal de TV digital é de 0,5%. "Se houver demanda, vai haver produto, a briga entre as empresas pela liderança é monstruosa. A obrigação não vai incentivar este mercado", afirma uma fonte ouvida pela Computerworld que esteve na reunião em Brasília.

Atualmente, Semp Toshiba, LG e Samsung oferecem produtos no mercado capazes de receber o sinal de TV digital. Mas nem essas empresas já estariam cumprindo a exigência do governo, porque, segundo a fonte, a produção não atinge 5% do total fabricado por elas, já que não há demanda no mercado por um produto com esses recursos.

O caminho alternativo seria oferecer novos benefícios fiscais para as empresas que optassem por fabricar aparelhos do tipo. Na visão do entrevistado, obrigar os fabricantes a produzir esses celulares provoca instabilidade, já que as empresas podem perder os incentivos fiscais se não cumprirem a meta em determinado mês, por exemplo. "Se mantiverem a obrigação duas empresas estão fora. Fabricar sem o PPB (Processo Produtivo Básico) é praticamente inviável", diz a fonte.

A determinação foi publicada no Diário Oficial da União em 30/12/2008, por meio das portarias interministeriais nº 236 e nº 237, dos Ministérios do Desenvolvimento Indústria e Comércio, Comunicações e Ciência e Tecnologia. O texto determina que 5% da produção total das empresas que fabricam celular no Brasil deverão contar com essa funcionalidade. As companhias que descumprirem a exigência perderão incentivos fiscais como suspensão da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e da redução do Imposto sobre Importação (II).

Os documentos tratam, respectivamente, do PPB para terminal portátil de telefonia celular e do PPB de aparelhos industrializados na Zona Franca de Manaus. O PPB é uma das contrapartidas que devem ser cumpridas pelas empresas para a obtenção de incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus e da Lei de Informática. As empresas que descumprissem a exigência das duas portarias estariam desrespeitando o PPB e, por isso, perderiam o benefício.

[via IDG Now]

SP, RJ e MS têm mais de 1 celular por pessoa

A Anatel divulgou hoje (19), um estudo que diz que três estados brasileiros romperam a barreira de um celular por habitante, em julho: Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.

No mês passado, o trio se juntou ao Distrito Federal, que era o único a ter o índice, obtido pela primeira vez em de 2005.

O cálculo, de acordo com a agência, é feito por um indicador padronizado internacionalmente, que mede o número de telefones em serviço em cada grupo de cem habitantes. Se a “teledensidade” for superior a 100, significa que há mais aparelhos que pessoas.

A “teledensidade” no Brasil inteiro, em julho, foi de 84,61. O índice representa um crescimento de 1,37% em relação ao mês anterior, segundo a Anatel.

O Distrito Federal é o que possui o maior índice do país (153,43), seguido por Rio de Janeiro (100,62), Mato Grosso do Sul (100,61) e São Paulo (100,09). Os estados, de junho para julho, tiveram, respectivamente, um crescimento de “teledensidade” de 1,01%, 0,65%, 0,98% e 1,48%.

O Nordeste ainda é a região brasileira com menor índice de celular por pessoa, apesar de ter crescido 1,92% em julho – a que mais cresceu no país em relação às demais. Sua “teledensidade” não passa de 65,87, impulsionada por alguns estados que possuem poucos aparelhos para um grande contingente, como é o caso do Maranhão, que tem índice de 40,31.

A região Centro-Oeste, depois de crescer 1,17% no mês anterior, é a que possui mais celulares por pessoa, com índice de 103,93.

Número de linhas ainda cresce no Brasil

A Anatel também informou que, no mês passado, mais de 2,3 milhões de linhas para aparelhos móveis foram habilitadas no Brasil, o que significa um aumento de 1,45% em relação a junho e de 19,65% nos últimos doze meses.

Do bolo, 81,01%(ou mais de 132,62 milhões) são linhas pré-pagas e 18,09% (ou mais de 29,29 milhões) são pós-pagas.

Os números estão expostos no site da Anatel e podem ser consultados clicando aqui.

[via Plantão Info]

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Projeto de Lei proíbe cobrança de roaming

A Câmara dos Deputados está analisando o Projeto de Lei 5170/09, do deputado Antonio Carlos Chamariz (PTB-AL), que proíbe a cobrança de roaming - adicional pelo deslocamento nos serviços de telefonia móvel.

O texto define esse adicional como o valor cobrado por chamada feita ou recebida quando o usuário estiver fora da sua área de registro como assinante. Se for aprovada, a proposta entrará em vigor 30 dias depois de ser transformada em lei.

Chamariz explica que o roaming passou a ser um serviço interno da empresa. Segundo ele, a ativação de um celular em área distinta e o possível tráfego gerado não implicam pagamento de serviços a outra operadora.

O deputado argumenta que alguns planos de serviços já isentam essas tarifas, gerando benefício aos usuários sem aumentar os custos das operadoras.

O projeto de lei tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

[via IDGNow]

quarta-feira, 17 de junho de 2009

WiMAX em Atlanta/US


Enquanto os modems 3G vão virando febre por aqui, em Atlanta os notebooks também começam a circular com modems WiMAX.

A cidade americana estreou uma nova rede WiMAX, da operadora de banda larga Clearwire Communications. O sinal cobre parte da chamada Metro Atlanta, a área metropolitana. Segundo a operadora, são cerca de 1 931 quilômetros quadrados de cobertura.

O serviço já vinha sendo testado há seis semanas e agora entrou em operação comercial. Segundo a Clearwire, a velocidade de download deve variar de 4 Mbps a 6 Mbps, podendo chegar a picos de 15 Mbps. O acesso ilimitado por WiMAX sai a 50 dólares por mês.

[via Plantão Info]

12 operadoras em todo o mundo devem lançar ofertas 4G em 2010

A consultoria ABI Research prevê que pelo menos 12 operadoras devem lançar serviços de quarta geração de telefonia celular (4G) baseados no padrão Long Term Evolution (LTE) no próximo ano. A projeção é que o mercado de assinantes desse serviço ultrarrápido de dados chegue a 34 milhões de pessoas em todo o mundo em 2010.

A promessa é que o LTE ofereça velocidades capazes de concorrer à altura do cabo (como o Virtua, da NET, e o Ajato, da TVA) e do DSL (no Brasil representado por serviços como o Speedy, da Telefônica, e o Velox, da Oi). Segundo a consultoria, a disponibilidade de espectro é o principal fator a impactar os planos de desenvolvimento.

Em países onde os órgãos reguladores do setor de telecom estão tornando o espectro disponível, muitas operadoras anunciaram planos para lançar ofertas de LTE, incluindo Estados Unidos e China, por exemplo. Já onde não há espectro disponível, as empresas estão postergando esses planos.

A faixa de frequência homologada e mais adotada pelos países para o LTE é a de 2,5 GHz (embora, nos Estados Unidos, a opção tenha sido pela de 700 MHz), que atualmente é ocupada no Brasil por serviços oferecidos pelas operadoras de TV a cabo por meio da tecnologia Multipoint Multichannel Distribution (MMDS).

A ocupação desta faixa de frequência é um assunto que está sendo debatido pelo Governo, Agência Nacional de Telecomunicações e indústria. Fabricantes como Qualcomm, Nokia-Siemens, Alcatel-Lucent, NEC e Ericsson defendem que essa faixa de frequência seja destinada ao LTE, seguindo um alinhamento mundial que daria maior escala econômica à tecnologia e consequente queda de custos.

"São 300 mil usuários de TV por assinatura contra 155 milhões de telefonia celular. Deve haver um deslocamento de serviços para outra faixa", avalia Newton Scartezini, consultor do setor de telecomunicações. "A proposta que existe é no sentido de reservar parte ou toda a faixa para o serviço móvel", completa.

Globalmente, as primeiras operadoras que pretendem lançar LTE em 2010 são Verizon Wireless, MetroPCS Wireless e U.S. Cellular, nos Estados Unidos, NTT-DoCoMo e KDDI, no Japão; TeliaSonera, Tele2 e Telenor na Europa; e a maior operadora do mundo, a China Mobile, que deve oferecer os serviços a partir de 2011.

No Brasil, os especialistas dizem que a demanda por serviços de dados e o crescimento da base de assinantes 3G levarão as operadoras a necessitar de mais espectro para dar vazão às necessidades dos usuários. "Existindo ou não o LTE, elas [as teles] precisarão de mais espectro", pondera Scartezini.

Paulo Breviglieri, presidente da Qualcomm, estima que, em função do crescente consumo de dados por parte dos clientes 3G, em no máximo dois anos as operadoras móveis alcançarão o limite de sua capacidade de espectro.

Por isso, o executivo acredita que ainda este ano a Anatel chegue a uma definição sobre o uso de frequências, mesmo que elas não sejam colocadas em oferta imediatamente - até porque as teles móveis investiram milhões de reais no leilão das faixas de 3G em 2007 e ainda não recuperaram o investimento.

Os defensores do Long Term Evolution argumentam que esta é a tecnologia que oferece a melhor relação econômica para a prestação de serviço de banda larga móvel, uma vez que tem o apoio de diversos fabricantes e operadoras em todo o mundo.

Breviglieri cita projeções da consultoria Pyramid Research que indicam que em 2014 haverá 100 milhões de usuários LTE, contra 10 milhões de assinantes WiMax (que chegou a ser apontada como rival do Long Term Evolution) e 1 bilhão de clientes 3G. "É difícil ser competitivo com uma escala econômica inferior", observa, referindo-se ao WiMax.

O executivo da Qualcomm faz questão de dizer que a empresa é agnóstica em relação a tecnologias, mas acredita que o WiMax terá aplicações de nicho, como por exemplo o backhaul (que pode ser definido como a capacidade de transmissão da rede).

[via Computer World]

domingo, 5 de abril de 2009

Verizon irá restringir número de SO's a que dá apoio

A Verizon Wireless pretende reduzir nos próximos anos a quantidade de sistemas operacionais de celulares a que dá apoio, para acelerar a entrega de novas tecnologias aos seus consumidores.

A operadora, controlada pela Verizon Communications e pelo Vodafone Group, afirmou na quarta-feira (01/04) que se aliou à China Mobile, à Vodafone e ao Softbank com o objetivo de criar uma plataforma única para handsets e facilitar o desenvolvimento de aplicações.

O CEO da Verizon Wireless, Lowell McAdam, declarou que a companhia não tem a intenção de desprezar sistemas operacionais móveis específicos, mas planeja simplificar o processo de entrega de novos aplicativos aos seus clientes.

“Já temos umas oito plataformas diferentes disponíveis no mercado. Nos próximos anos nossa é meta é restringir essas opções a três ou quatro apenas”, ele explicou, durante coletiva de imprensa na CTIA Wireless, que acontece nesta semana em Las Vegas.

Nos próximos meses a Verizon realizará sua primeira conferência para desenvolvedores, o que sugere que a operadora pode se juntar aos fabricantes de celulares na oferta de aplicativos móveis.

[via Plantão Info]

Executivo da Nokia diz que WiMax é "Betamax da internet"

Na tecnologia, assim como na vida, ou as coisas acontecem ou a fila anda. E a coisa parece estar começando a ficar um pouco complicada para o WiMax, tecnologia de transmissão de dados sem fio que foi apresentada em 2002 e que nunca chegou a ser lançada comercialmente.

Pelo menos é o que pensa o diretor de vendas e produção da Nokia, Anssi Vanjok, que em um evento em San Francisco, na última quarta-feira, afirmou que "não acredita que o futuro do WiMax seja promissor". As informações são do Financial Times.

"É o clássico caso em que dois padões da indústria se enfrentam e que um vence e outro perde. O formato Betamax existiu por muito tempo, mas o VHS sempre dominou o mercado. A mesma coisa está acontecendo agora", disse Vanjok, defensor do formato 4G LTE - Long Term Evolution - que a Nokia está ajudando a desenvolver e que pretende dominar o mercado de conexão sem fio até 2015.

[via UOL Tecnologia]

Hong Kong anuncia banda larga móvel mais rápida do mundo

A operadora móvel CSL lançou recentemente o que chama de banda larga móvel mais rápida do mundo em Hong Kong. Chamada Next G, a rede tem velocidade de download acima de 21 Mbps.

"Para o mercado corporativo, em um momento crítico do ciclo econômico como o atual, a Next G significa uma infraestrutura líder no mundo, permitindo aplicativos corporativos mais avançados que maximizem a eficiência e a produtividade", disse Tarek Robbiati, Chief Executive Officer (CEP) da CSL.

"Para o usuário final, a Next G oferece uma experiência multimídia sem paralelos em relação a usabilidade e funcionalidade", completou.

A Next G é distribuída por meio da rede integrada 2G/3G all-IP SDR (Software Defined Radio), baseada em HSPA+, a primeira do tipo em todo o mundo. Em janeiro, a CSL divulgou a licença para operar em 4G LTE. A rede Next G é facilmente atualizável, diz a operadora, e abre um caminho natural para o acesso ao 4G, ou LTE, disse a CSL.

[via IDGNow]

UE manda teles afastarem antenas de celular



O parlamento europeu votou em massa a favor de uma lei que criará distâncias mínimas entre antenas de celular e núcleos populacionais.

A lei foi aprovada por larga maioria, 559 dos 589 deputados europeus votaram a favor. A ideia é que cientistas de universidades locais determinem qual a distância segura entre grupos de casas e apartamentos e antenas de celular.

As autoridades européias argumentam que enquanto não houver consenso sobre a segurança ou não da radiação emitida por estas estações, elas devem ficar longe de habitações humanas.

O texto aprovado prevê proteção especial para lares de idosos e escolas que reúnam crianças com menos de dez anos. Regiões que concentram idosos e crianças pequenas devem ficar ainda mais distantes das antenas de celular.

[via Plantão Info]

Tim amplia cobertura de roaming internacional para a Antártica



Serviço está disponível nas estações de pesquisa em King George Island, completando cobertura nos seis continentes do mundo.

A Tim anunciou na quinta-feira (03/04) a expansão de sua cobertura de roaming internacional para a Antártica.

Em King George Island, ilha onde está localizada a maior parte das estações permanentes de pesquisa, os assinantes de planos pós-pagos da operadora já podem realizar e receber ligações usando seus próprios números.

Com isso, o serviço da TIM se encontra disponível em 200 países, dos seis continentes.

A Tim também possui um serviço que oferece os três primeiros minutos da primeira ligação internacional gratuitamente, chamado First Call Free, pra planos pós-pagos.

Desde 2007, a operadora começou a investir em roaming a bordo de navios e aviões e simplificou a cobrança das chamadas realizadas e recebidas no exterior com tarifas únicas separadas por blocos de continentes, tornando mais fácil o entendimento da cobrança das ligações.

[via IDGNow]

FCC é convocada nos Estados Unidos para discutir abertura de comunicação móvel


Como todo mundo já sabe, semana passada foi lançado o Skype para Iphone. Pois bem, a Free Press, um grupo aberto de acesso à internet, fez uma petição à Comissão Federal de Comunicações (Federal Communications Commission, ou simplesmente FCC) dos Estados Unidos para discutir as restrições impostas pela Apple e AT&T quanto à impossibilidade de se realizar ligações de voz sobre IP via 3G (só é possível via Wi-fi).

Como o Rafael Fischmann do MacMagazine falou, com tais restrições as teles só conseguem adiar o inevitável.

Isso ainda vai dar muito o que falar. Aguardem.

terça-feira, 24 de março de 2009

Claro chega ao Triângulo Mineiro e atinge cobertura nacional

São Paulo - Região era última onde operadora não tinha cobertura própria. Alto Paranaíba e Centro Oeste mineiro também já contam com rede 3G.

A Claro anunciou nesta terça-feira (24/03) a expansão de sua cobertura à região do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e em parte do Centro Oeste mineiro.

O início das operações nas regiões ocorre três anos após o início das operações da Claro em Minas Gerais. Essas eram as últimas regiões do Brasil onde a Claro ainda não operava com rede própria.

Com isso, a Claro atinge cobertura nacional. Ao todo, são 65 cidades que ganham cobertura com rede 3G. Oito delas já possuíam cobertura GSM Edge da Claro e contarão agora com a nova tecnologia.

Atualmente, a Claro é a segunda maior operadora em número de clientes, com 39,36 milhões de usuários e 25,84% de participação no mercado de telefonia celular do Brasil.

A rede 3G da operadora atinge 51,2% da população, empatando com a Vivo na cobertura.

[via IDGNow]

quinta-feira, 19 de março de 2009

3G soma 300 milhões de assinantes em todo o mundo

Em todo o mundo, há aproximadamente 300 milhões de assinantes de serviços de terceira geração de telefonia celular baseados nas tecnologias da família HSPA (High Speed Package Acess), um percentual pequeno dentro do universo de 4 bilhões de acessos móveis de todos os tipos, dos quais 3,5 bilhões são GSM. Os dados são da Informa Telecoms & Media, referentes a dezembro de 2008, e foram divulgados pela 3G Américas.

A associação, que reúne fabricantes e operadoras para disseminar tecnologias 3G, prevê que nos próximos 4 anos tecnologias da família HSPA e LTE totalizem 1,6 bilhão de usuários em todo o mundo, respondendo por 80% dos assinantes de terceira geração do planeta.

Atualmente, a região das Américas é responsável por 18,8% do total de assinaturas de telefonia móvel em todo o mundo - 457 milhões na América Latina e 292 milhões na América do Norte.

No entanto, apesar de concentrar mais assinantes, a América Latina gera receitas menores para as operadoras. A taxa de penetração média da região é 78%, mas o ARPU (Average Per User, ou receita média por usuário) é de 16 dólares, segundo dados do terceiro trimestre do ano passado. "Nos Estados Unidos, o ARPU é mais de três vezes maior", diz Erasmo Rojas, diretor da 3G Américas para América Latina e Caribe.

A utilização de dados na América Latina também é pequena frente à região norte do continente americano. Em países como Brasil, Argentina, México e Venezuela, serviços de dados contribuem com, em média, 14% do ARPU, contra 23% na América do Norte.

Alguns dos fatores que podem incentivar a timidez dos usuários latino-americanos em relação à utilização de seviços de dados são os preços praticados pelas operadoras, que optam por obter um pay back acelerado de seus investimentos e a pouca divulgação desses serviços até agora.

"Antes, as operadoras brigavam por número de clientes e não para promover o uso de dados. Vejo uma boa oportunidade para aumentar o uso desses serviços; o ideal é que, em dois anos, este percentual chegue a 25% ou 30% do ARPU no Brasil", analisa Rojas.

O país que mais contribui para o avanço do 3G na América Latina é o Brasil, responsável por metade das assinaturas da região, embora tenha um terço do total de assinantes de serviços móveis. O Equador, por sua vez, responde por apenas 2% do total de usuários de ofertas de mobilidade da AL, mas etém 14% dos clientes de terceira geração. "Isso se deu devido ao grande incentivo ao uso de modems wireless", comenta o diretor da 3G Américas.

[via Computer World]

quarta-feira, 18 de março de 2009

EUA já têm mais de 22 milhões de usuários de internet via celular

Segundo estudo da comScore, usuários afirmaram navegar na web diariamente para ler notícias e pesquisar outras informações.

O número de usuários que acessam a internet pelo celular mais do que dobrou nos EUA, em apenas um ano, de acordo com um relatório da comScore. Mais que isso: os dados nem levam em consideração as visitas às redes sociais, uma atividade bastante popular entre quem usa o celular para navegar pela web.

Segundo o estudo, 22,4 milhões afirmaram navegar na web diariamente para ler notícias e outras informações em janeiro de 2009. Isso representa um crescimento de 107% em comparação com os 10,8 milhões de usuários registrados em janeiro de 2008.

Redes sociais como o Facebook e o microblog Twitter, porém, foram os mais visitados pelos usuários de internet móvel. O número de usuários nessas categorias cresceu espantosos 427%, chegando a 9,2 milhões de pessoas em janeiro deste ano. Já os sites financeiros registraram crescimento de 188%, enquanto os sites sobre cinema cresceram 185%.

“Ao longo do ultimo ano, nós vimos o uso da internet móvel deixar de ser uma atividade ocasional para se integrar ao cotidiano das pessoas”, observou Mark Donovan, vice-presidente sênior da comScore. “Esses dados destacam a crescente importância do celular como um meio do qual os consumidores dependem cada vez mais para acessar informação útil e sensível ao tempo.”

Metade dos homens entre 18 e 34 usa o telefone celular para obter notícias e informações financeiras. A internet móvel também é usada por 40% das mulheres entre 18 e 24 anos.

[via IDGNow]

quinta-feira, 12 de março de 2009

Receita da telefonia celular ultrapassa o da fixa e chega a 1,66% do PIB


A receita líquida das operadoras de telefonia móvel ultrapassou pela primeira vez a das empresas de telefonia fixa. Segundo estudo divulgado nesta quinta-feira pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

A receita líquida das celulares foi de R$ 48,1 bilhões em 2008, o que equivale a 1,66% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Já a das fixas foi de R$ 47,9 bilhões, representando 1,65% do PIB.

"Um dos fatores responsáveis pela ampla disseminação dos serviços móveis no Brasil é a concorrência entre as empresas do setor. A comparação internacional dos índices de concentração no setor de telefonia móvel aponta que o Brasil é um dos mercados mais competitivos do mundo", afirma o estudo.

No ano passado, o valor investido pelas operadoras móveis foi de R$ 9,1 bilhões. De acordo com a pesquisa, a cadeia produtiva da telefonia móvel contribui, direta e indiretamente, com R$ 69,4 bilhões para a economia. Desses, R$ 20,2 bilhões se referem ao pagamento de tributos.

[via Folha Online]

terça-feira, 10 de março de 2009

Satélite destruído em colisão é substituído

A Iridium Satellite LLC informou que já enviou um satélite reserva para substituir aquele que foi destruído em uma colisão com um satélite russo no mês passado.

O acidente em alta velocidade envolvendo o satélite de comunicações militares da Rússia que aconteceu no dia 9 de fevereiro provocou a demolição de ambas as espaçonaves.

Logo após o incidente, a Iridium, que tem sede em Bethesda, disse que estava reconfigurando seus outros 65 satélites ativos para assumirem as funções de cobertura telefônica global prejudicadas pela colisão.

Nesta segunda-feira (09/03), a companhia declarou que a interrupção dos serviços já fora completamente solucionada com um satélite reserva.

[via Plantão Info]

Mercado de telecom no Brasil movimentou US$ 55,8 bi em 2008

São Paulo - Consultoria Pyramid Research calcula que serviços de telecomunicações prestados para corporações totalizaram 13,32 bilhões de dólares no ano passado.


O mercado de telecomunicações brasileiro faturou 55,8 bilhões de dólares em 2008 ou 7,4 bilhões de dólares acima do resultado de 2007, segundo dados da consultoria Pyramid Research.

Deste total, aproximadamente, 29,6 bilhões de dólares foram gerados por serviços de telefonia fixa, principalmente para empresas, que responderam por cerca de 40% a 45% deste montante - excluindo-se redes privadas administradas pelas próprias corporações.

No segmento corporativo, a telefonia fixa é a principal fonte de receita das teles, tanto em volume de assinantes quanto em receita. "A base de assinantes corporativos de telefonia móvel está por volta de 8% do total de telefones móveis no Brasil", contabiliza Fernando Faria, analista sênior da Pyramid Research, o que equivale a aproximadamente 12,1 milhões de usuários.

Faria ressalta que a tendência é que a telefonia móvel ganhe força no segmento corporativo em termos absolutos, mas não tenha um avanço significativo do ponto de vista percentual. Isso porque o potencial de crescimento do celular no Brasl está principalmente em classes mais baixas, como C e D, e no tráfego de dados.

De acordo com a análise, o crescimento do faturamento total do setor foi impulsionado pelo aumento da penetração de serviços de telefonia móvel e de serviços de dados por usuário. A taxa de penetração de telefonia celular no País passou de 65% em 2007 para 79% em 2008.

A expectativa da consultoria é que, em 2013, o Brasil tenha 222 milhões de telefones móveis, com penetração de 109%. A taxa de crescimento composta será de 7,9%.

A análise da Pyramid indica que o mercado como um todo chegará a 64 bilhões de dólares em 2013, com uma taxa de crescimento composta de 2,98% nos próximos cinco anos.

[via Computer World]