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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Vem aí o Google Phone (aka Nexus One)


Diante da enxurrada de rumores e fotos que surgiram nos últimos dias (e nas últimas horas, pra ser honesto) a respeito de estar desenvolvendo um novo smartphone, o Google seguiu o velho dito popular que diz que “onde passa boi passa boiada” e confirmou em seu blog oficial de mobile que de fato está desenvolvendo “um novo dispositivo móvel”.

De acordo com o gigante da web, o novo aparelho deverá “combinar um novo hardware desenvolvido por um parceiro com uma nova versão do Android que deverá oferecer novos recursos e capacidades”.

Segundo uma matéria do Wall Street Journal publicada neste domingo a tal parceira que está desenvolvendo o hardware é ninguém mais ninguém menos que a HTC, que também foi a “autora” do G1, primeiro aparelho com o Android a chegar ao mercado, ainda em 2008. As informações disponíveis até o momento dão conta que o novo smartphone deverá atender pelo pomposo nome de Nexus One e que rodará a versão 2.1 do sistema operacional do robozinho, com a aparência devidamente customizada por sua empresa-mãe.

O blogueiro norte-americano Cory O’Brien teve contato com o brinquedo, emprestado por um amigo que trabalha do Google, na noite no último sábado e afirmou em seu twitter que ele é “como o iPhone, com direito a um espaço pouco maior de tela, scroll wheel, excelente touchscreen e Android”. Por hora seu único problema conhecido deverá ser o preço, estimado entre US$ 500 (R$ 850) e US$ 600 (R$ 1020). Se por aqui os valores parecem ser uma pechincha por lá isso representa mais ou menos o dobro do que a Apple pede por seu onipresente iPhone, mas com a vantagem de que o Nexus One deverá ser vendido apenas desbloqueado, e, portanto, sem subsídios das operadoras.

Em seu comunicado o Google afirma que até o momento vem “compartilhando o novo aparelho com seus empregados ao redor de todo o mundo”, com direito a uma bronca velada aos que vazaram informações para amigos ou imprensa: “Infelizmente, até o momento os testes são fechados apenas a nossos empregados, e por isso não podemos compartilhar dados e informações específicas”.

De qualquer maneira, novas informações não deverão demorar a surgir, já que o lançamento do Nexus One é previsto no próximo mês de janeiro.

[via Technoblog]

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Google anuncia Chrome OS para 2010

A notícia em si, não é está diretamente relacionada à computação móvel, mas é tão relevante que decidi postar assim mesmo.


O Google anunciou durante a madrugada dessa quarta (08/07) o desenvolvimento de um sistema operacional open source, chamado por enquanto de Google Chrome OS. Segundo post oficial, o OS será um “sistema operacional leve que inicialmente terá como alvo os netbooks”.

De acordo com a previsão inicial, o novo sistema só estará disponível para usuários finais no segundo semestre de 2010. A empresa planeja, no entanto, liberar o código-fonte do sistema ainda em 2009.

Baseado em kernel de Linux, o Google Chrome OS funcionará em chips x86 e ARM. A plataforma para desenvolvimento de aplicativos deverá ser a própria web; ficará a cargo do programador decidir quais tecnologias vai usar. Uma vez que os aplicativos deverão ser desenvolvidos de acordo com padrões web, eles também estarão disponíveis para usuários de Windows, Mac e Linux.

A empresa afirma que já está trabalhando com fabricantes de computadores para incluir o sistema operacional em netbooks no próximo ano.

Ainda de acordo com o post oficial, o Google prosseguirá normalmente com o desenvolvimento do Android, plataforma de código aberto para dispositivos móveis como celulares e smartphones. Já o Google Chrome OS será voltado “para pessoas que passam a maior parte do tempo na web”, seja em netbooks ou em desktops convencionais.

[via TecnoBlog]

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Veja satélites em tempo real com o Google Earth

Simplesmente impressionante.
Para a maioria das pessoas, o espaço é essencialmente... vazio. E por isso talvez achem estranho sempre que a Nasa ou outra agência espacial alerta para os perigos que o "lixo espacial" representa, para astronautas, naves espaciais e outros satélites.

Pois bem... talvez ajude verem com os vossos próprios olhos:


Este ficheiro KML disponibilizado pela AGI permite ver no Google Earth a localização de todos os objectos espaciais seguidos em tempo real pelo USSTRATCOM.
São cerca de 13.000 objectos, entre satélites activos e desactivos, restos de foguetes e destroços espaciais.

Torna-se assim fácil de ver a "lixarada" que já fizemos, em poucas décadas de exploração espacial.

[via Aberto até de Madrugada]

Google Earth vira plataforma de jogo

O desenvolvedor Paul van Dinther encontrou o cenário mais realista possível para ambientar seu simulador de embarcações, chamado Ships: as imagens do Google Earth. No jogo, que é executado a partir do navegador, o internauta pode comandar uma série de barcos modelados em 3D pelas imagens via satélite do serviço de mapas, com direitos a efeitos sonoros e tudo mais.

De acordo com sua página de desenvolvimento, a idéia para o jogo começou há dois anos, e os modelos foram desenhados no Google Scretchup. Por ser uma versão de testes, o Ships ainda está “cru”, o que resulta em situações curiosas, como a possibilidade de se navegar no meio de uma cidade.

Veja o vídeo de apresentação:



[via UOL Tecnologia]

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

LogMeIn em dispositivos móveis com Android

O sistema LogMeIn Rescue, da LogMeIn, agora conta com suporte remoto a usuários de dispositivos móveis que funcionam com o Android, sistema operacional do Google. A solução já estava disponível para aparelhos com Windows Mobile, Symbian e BlackBerry. O anúncio foi feito no Mobile World Congress, evento sobre mobilidade que acontece até quinta-feira (19/02), em Barcelona.

A LogMeIn oferece soluções de suporte e conectividade remota para operadores móveis, handset OEMs, pequenas e médias empresas, provedores de serviços de TI e usuários finais. Mais de 60 milhões de dispositivos estão conectados à base da empresa. Esses equipamentos pertencem a clientes de todos os portes, explica Rick Reddimg, vice-presidente para a área móvel da LogMeIn.

"Cada vez mais, temos mais e mais aplicações críticas rodando em smartphones e que precisam de suporte. Elas vão além do e-mail, envolvem CRM, por exemplo, e envolvem produtividade e a performance dos empregados", diz o executivo.

A solução LogMeIn Rescue permite que técnicos de suporte vejam e controlem o dispositivo do usuário final para configurar, diagnosticar, reparar ou treinar o cliente. A estimativa da empresa é que a adoção da solução permita, em média, uma redução de custos com suporte da ordem de 17%.

[via ComputerWorld]

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

T-Mobile G1 já foi desbloqueado!



Enquanto a briga pelo desbloqueio do iPhone 3G continua firme e forte, a primeira batalha com o T-Mobile G1 já foi vencida — e durou apenas uma semana. Além de ter um sistema operacional aberto, o smartphone com o Google Android é agora aberto a qualquer operadora, também — mas por um precinho: US$23.

G1s desbloqueados já funcionam em outras redes, mas a coisa ainda não está perfeita. Ligações e SMSs são transmitidas sem problemas, mas o Gmail não consegue ser acessado, por exemplo. Isso significa que o Android Market também não funciona, por enquanto.

Já o pessoal do ModMyGphone encontrou, também, uma forma de fazer o jailbreak do G1. Para isso, basta iniciar uma telnet no aparelho, logar como root e ter acesso total com leitura e escrita aos arquivos do sistema. Confira aqui a lista de arquivos do Android.

[via MacMaganize]

domingo, 2 de novembro de 2008

Comparação entre o iPhone e o G1

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

G1 começa a ser vendido. Android Market no ar.

São Francisco - Até o final do ano, todos os aplicativos serão oferecidos gratuitamente. No momento, há cerca de 50 softwares.

Em combinação ao lançamento do primeiro celular com Android, o G1, da T-Mobile, o Google lançou nesta quarta-feira (22/10) a versão beta do Android Market. Ambas as novidades se assemelham ao combo da Apple, com o iPhone e a App Store.

O sistema de distribuição de conteúdo para os dispositivos equipados com o sistema operacional Android se difere da App Store por alguns motivos. Enquanto na loja de aplicativos da Apple é preciso aprovação para a divulgação, por exemplo, na loja do Google o processo é livre.

“Somos um mercado, e não uma loja, então os desenvolvedores podem alcançar os consumidores diretamente”, afirma o co-fundador do Android, Rich Miner. “Os desenvolvedores devem entender os termos de serviço”, explica.

“No Android, caso um aplicativo tente fazer algo além do que ele diz fazer, será óbvio. Acreditamos na força da segurança de nossa plataforma, que supera a de PCs ou smartphones típicos”, garante Miner.

Até o final do ano, todos os aplicativos serão oferecidos gratuitamente - no momento, há cerca de 50. A partir do primeiro trimestre de 2009, os desenvolvedores poderão cobrar pelos aplicativos e terão 70% do lucro obtido.

Qualquer desenvolvedor poderá se cadastrar e incluir seus aplicativos no Android Market a partir da próxima segunda-feira (27/10), por 25 dólares.

[via IDGNow]

Google anuncia API de localizador online com precisão de 200 metros


São Paulo - API Gears Geolocation servirá para desenvolvedores oferecerem serviços da web aos usuários de acordo com localização geográfica.

O Google anunciou na terça-feira (22/10) melhorias na API do serviço Gears Geolocation para que desenvolvedores possam localizar usuários de seus serviços com uma precisão de até 200 metros de distância em centenas de cidades do mundo.

O Gears Geolocation poderá entregar aos usuários serviços de acordo com sua localização.

Por exemplo: o Radar, novo aplicativo da laspminute.com, permite aos usuários encontrar os hotéis mais próximos. Já o mashup Google Earth ITN, no Firefox, permite que os usuários vejam notícias de jornais locais, enquanto a rede social Rummble poderá mudar automaticamente a localização atual do usuário para que seus amigos vejam.

"Quando propusemos a Gears Geolocation API, nosso objetivo era tornar mais fácil para os desenvolvedores distribuir seus sites e serviços para celular com capacidade de se localizar geograficamente", afirmou Charles Wiles, gerente de produto do Google Mobile Team no blog para desenvolvedores.

"No entanto, descobrimos que usuários de laptop se beneficiariam de sites com capacidade de localização também. Para eles, adicionamos sinais Wi-Fi na API do Geolocation com precisão melhorada", continua.

Segundo ele, a API é o mesmo, tanto para usuários de desktop quianto de conexões móveis.

Para proteger a privacidade, o servidor do Geolocation não grava a localização do usuário. Porém, sites de terceiros podem fazer isso.

O Google recomenda usar apenas sites confiáveis para acessar sua localização. O Gears vai avisar sempre que o usuário entrar em algum site que queira acessar sua localização para que o usuário permita ou não.

O conselho da empresa é avaliar a política de privacidade caso haja dúvidas sobre como o site usará as informações sobre sua localização. A API Gears Geolocation API é completamente gratuita para os desenvolvedores e usuários, por meio do provedor local padrão do Google.

[via IDGNow]

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Google divulga código fonte do Android

Seattle - Após liberar download para desenvolvedores, Google recebe críticas por ser aberto demais.

O Google divulgou, nesta terça-feira (21/10), o código fonte do sistema operacional para celulares Android.

“Uma plataforma móvel open source, que sempre é melhorada pela comunidade, acelera a inovação, é um mecanismo de oportunidade econômica e melhora a experiência dos usuários”, escreveu o diretor sênior de plataformas móveis do Google, Andy Rubin, em declaração oficial.

A LiMo Foundation, que publica especificações para o middleware de dispositivos móveis com Linux, contudo, disse que o modelo do Google é aberto demais.

“Há uma discussão que questiona se o movimento do Google a esta abertura é sustentável e bom para a indústria”, critica o diretor de marketing global da LiMo, Andrew Shikiar.

O Android é lançado sob a licença Apache, que não exige que os desenvolvedores compartilhem as mudanças no código com a comunidade. O Google defende que usar esta licença permite que os fabricantes que inovarem na plataforma mantenham as inovações proprietárias para diferenciar suas ofertas.

Os desenvolvedores interessados podem fazer o download do código pelo site Android Open Source Project.

O primeiro celular com o sistema operacional é o G1, da T-Mobile, que começa a ser vendido nos Estados Unidos na quarta-feira (22/10).

[via IDGNow]

Celular com Android G1 desabilita aplicações à distância como iPhone

Seattle – Termo de serviço do Android Market esclarece que Google removerá remotamente aplicações em aparelhos com Android, como iPhone.

Uma revolta virtual se armou quando usuários do iPhone descobriram um "switch mortal" remoto em seus telefones pelo qual a Apple poderia desabilitar os aplicativos que quisesse nos aparelhos dos usuários.

Com o lançamento do G1, primeiro celular com o sistema aberto Android, do Google, muitos esperavam que o buscador tivesse uma postura diferente quanto ao assunto. Não ficou bem assim.

Nos termos de serviço do Android Market, onde usuários podem comprar ou baixar aplicativos, o Google afirma que pode remover remotamente um programa instalado no aparelho.

"O Google pode descobrir se um produto viola o acordo de distribuição do desenvolvedor. Em tal caso, o Google se reserva o direito de remover remotamente os aplicativos do seu aparelho com total discrição", afirma o texto.

O item é um dos tantos que estará na seção "About phone" do aparelho, que também dá créditos a desenvolvedores e empresas pequenas que foram fundamentais ao desenvolvimento do software.

O G1, primeiro telefone a rodar o Android, começa a ser vendido no dia 22 de outubro e muitos usuários estão conferindo características do aparelho já que a operaodra T-Mobile emprestou o G1 à imprensa norte-americana.

Usuários do Android podem ser mais receptivos ao "switch mortal" do Google que usuários do iPhone foram ao da Apple por uma série de razões. Antes de tudo, o Google está sendo transparente quanto a isto. A Apple não confirmava que poderia fazê-lo até que um desenvolvedor descobriu.

Além, o Google afirma que, caso remova o aplicativo, tentará devolver o dinheiro do usuário, questão imaginada por usuários do iPhone caso houvesse um recall de aplicativos. O buscador afirmou que fará esforços consideráveis para recuperar o preço pago no produto do desenvolvedor original em nome do usuário.

O Google deve precisar mais de um aplicativo do tipo que a Apple, já que a empresa de Steve Jobs analisa os aplicativos antes de colocá-los à disposição na Apps Store.

Qualquer programa é publicado no Android Market, aumentando as chances de softwares maliciosos ou indesejados entre aparelhos.

As políticas do Android Market também incluem um item que diz que usuários podem retornar qualquer aplicativo por um ressarcimento dentro de 24 horas após a compra. Na falta de uma versão de testes, esta oferta permitirá que usuários retornem aplicativos que podem não ser exatamente o que eles esperam.

Usuários do Android Market também podem reinstalar quantas vezes quiserem qualquer aplicação comprada, outra boa função caso o telefone apresente problemas.

Até agora, todas as aplicações do serviço são gratuitas já que o Google ainda não definiu mecanismos que permitam que desenvolvedores ofereçam diretamente produtos para compra.

Do lado tragicômico, o texto do termo de compromisso do Android Market traz o seguinte tópico: "Nenhum dos produtos devem ser usados para operações em instalações nucleares, sistemas de suporte à vida, comunicações de emergência, navegação de aeronaves, sistemas de controle de tráfego ou qualquer outra atividade cuja falha do produto possa levar à morte, ferimentos pessoais ou outros dados físicos ou ambientais".

Há também as tradicionais piadas que o Google esconde em seus produtos. O G1 traz um vídeo que agradece uma lista de responsáveis pelo aparelho. No final do vídeo, o Google garante que "nenhum robô foi machucado na fabricação deste produto".

[via IDGNow]

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Primeira imagem tirada pelo GeoEye-1


A imagem acima (clique para ampliar) é a primeira do satélite GeoEye-1, aquele controlado pelas forças armadas com a câmera de mais alta resolução em órbita, com a incrível resolução de 1,65m para fotos coloridas e 0,41m para monocromáticas, e que o Google usará no Google Earth . Ainda faltam ajustes para se chegar à melhor qualidade, mas a foto, que mostra a Universidade Kutztown e foi tirada dia 07, às 13:00h (horário de Brasília), a 681km de altura, é bem impressionante.

Essa foto é resultado da fusão de dados de um filme pancromático com uma imagem multispectral. Devido a restrições governamentais norte-americanas, porém, este é o máximo (50 centímetros) a que consumidores normais terão acesso.

Confira a galeria completa aqui. Um segundo satélite — o GeoEye-2 — tem previsão de lançamento para 2011 ou 2012 e proporcionará uma resolução de até 25 centímetros.

[via MacMagazine]

FCC tende a liberar uso de "espaço branco"

WASHINGTON - A batalha entre empresas de tecnologia, como o Google, e emissoras, a respeito do uso de faixas de freqüência desocupadas, vai ficar mais acirrada.

Reguladores norte-americanos vão divulgar na próxima semana um aguardado relatório sobre a disputa.

O documento da Comissão de Comunicações Federal dos EUA (da sigla em inglês FCC) vai determinar a praticabilidade da abertura de “espaços brancos” – faixas de freqüência que estarão vagas após as emissoras concluírem a transição para a TV digital – para uso sem licença.

O Google, a Microsoft e outras empresas querem os espaços para uma nova geração de dispositivos sem fio. Mas emissoras e operadoras móveis se opõem ao uso sem licença, porque se preocupam com a possibilidade de isso gerar interferências na transmissão.

A Associação Nacional das Emissoreas, que representa grandes redes como a ABC, da Walt Disney, e a NBC, da General Electric (GE), é firmemente contra a abertura das freqüências.

Todos os interessados aguardam o relatório técnico da FCC, que mostrará resultados de anos de coleta de informações, incluindo testes de campo feitos na Broadway, em Nova York.

[via Plantão Info]

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Serviços Google registra patente para mudança automática de operadora em celulares

O Google não pára de surpreender...
O Google traçou um plano para permitir que usuários troquem de operadora diversas vezes ao dia sem as taxas referentes em uma patente oficializada em março de 2007 mas publicada pelo Departamento de Marcas e Patentes dos Estados Unidos apenas nesta semana.

O sistema exigiria que usuários finais tivessem aparelhos que usam diferentes tipos de redes, incluindo Wi-Fi e várias tecnologias incompatíveis de telefonia celular assim como redes de múltiplas operadoras.

Em um cenário descrito pela aplicação, um usuário com o aparelho pode encontrar a opção mais barata para conetividade em todas as situações. Em casa, o aparelho se conectaria a uma rede Wi-Fi. Enquanto, fora de casa, o usuário poderia escolher sua rede celular por meio de leilões instantâneos. O aparelho mudaria automaticamente para a rede com os melhores preços sem interromper a chamada ou a conexão de dados.

No aparelho, um programa entraria em contato com cada rede disponível individualmente ou poderia se comunicar com um servidor central que lida com asnegociações com cada provedor.

O usuário poderia definir parâmetros não apenas baseados em preços. "Além de preço, a seleção de dos provedores de telecomunicações podem ser escolhidos baseados na banda máxima oferecida, melhor cobertura ou combinações de opções", diz o patente.

Porções da proposta do Google já estão disponíveis em provedores no mercado, mas o gigante de busca tem dificuldade de implementar uma visão mais ampla da tecnologia pela dificuldade imposta pelas operadoras para entrar no programa.

A T-Mobile atualmente oferece um telefone que automaticamente alterna entre a rede pública e o Wi-Fi doméstico quando o usuário está em casa.

O Google, porém, alega que este tipo de oferta tem limitações. "Geralmente, no entanto, tal sistema é limitado aos serviços oferecidos e pela maneira que a operadora o faz", diz o documento.

Caso o Google tente implementar o sistema, as operadoras não deverão demonstrar muito interesse em se juntar. Empresas do setor tipicamente tentam prender o consumidor em suas redes para receber um faturamento regular a partir de seus aparelhos. O plano do Google tornaria mais fácil a transferência de chamadas e os ganhos de outras operadoras que ofereçam os melhores preços.

[via IDGNow]

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

HTC T-Mobile G1


Ontem, a HTC lançou o primeiro smartphone powered by Google. Batizado de T-Mobile G1, o aparelho possui interface touch screen e traz teclado QWERTY, além de aplicativos como Google Maps com StreetView, Gmail, GTalk, Flickr e YouTube embarcados. Ele suporta conexões 3G e Wi-Fi, oferece navegação em full HTML, tem câmera de 3 megapixels e já traz um cartão de memória de 1GB. O navegador do telefone utiliza a mesma tecnologia do Chrome, browser recém anunciado pelo Google.


Separei algumas notícias para quem quiser ficar mais por dentro do assunto:

O G1 estará disponível primeiramente nos Estados Unidos em 22 de outubro, por 179 dólares, com um contrato de dois anos de serviço de dados e voz com a T-Mobile. O plano de navegação ilimitada na web custa 25 dólares e a versão com mensagens ilimitadas custará 35 dólares, nos Estados Unidos.



Ainda não o celular dos meus sonhos, mas eles estão chegando lá.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Google quer oferecer web via satélite a 3 bilhões de pessoas

O Google vai fazer parte de um consórcio que pretende oferecer internet via satélite a 3 bilhões de pessoas em países da África e de outros mercados emergentes, como a América Latina, segundo o "Financial Times", que não diz se o projeto inclui o Brasil.

O público-alvo do projeto, chamado de O3B Networks (os outros 3 bilhões), são pessoas para quem a internet de banda larga é muito cara. A idéia é diminuir o preço do acesso à rede em até 95%. "Isso realmente se encaixa na missão do Google no mundo em desenvolvimento", afirmou Larry Alder, gerente de produtos no grupo de acesso alternativo da empresa de tecnologia. "Em alguns lugares da África, o custo da internet rápida é 20 vezes maior do que nos Estados Unidos."

De acordo com o "Financial Times", o consórcio, formado, entre outros, pelo HSBC e pelo bilionário americano John Malone, do grupo Liberty Media (que tem participação na operadora de TV via satélite Sky), vai anunciar hoje a aquisição de 16 satélites de baixa órbita --com um sinal mais forte que o dos similares comerciais-- da empresa francesa Thales Alenia Space.

O negócio é considerado o pontapé inicial no projeto de US$ 750 milhões que pretende ligar antenas de telefonia celular a redes de internet de alta velocidade em uma série de países próximos da linha do Equador.

A intenção é que o projeto já esteja em funcionamento no fim de 2010. Ainda segundo o jornal, o HSBC, o Google e o bilionário americano já investiram, cada um, US$ 20 milhões e devem injetar mais de US$ 150 milhões a US$ 180 milhões.

Nos próximos meses, o consórcio, que terá sede na ilha de Jersey (no canal da Mancha), vai negociar acordos com companhias de internet e de telefonia de países emergentes da África, da América Latina, da Ásia e do Oriente Médio.

[via Folha Online]

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Google Chrome: o Browser do Google

O Google vai lançar nesta terça-feira (02/09) a versão beta do seu navegador de código aberto batizado de Chrome em mais de 100 países, confirmou a companhia em seu blog.

O navegador de código aberto, chamado Chrome, apareceu pela primeira vez no blog Blogoscoped, no formato de uma revista em quadrinhos.

"Como vocês leram na blogosfera, nós demos um 'enviar' antes da hora no quadrinho introduzindo nosso novo navegador de código aberto, o Google Chrome", afirmou a companhia oficialmente em post assinado pelo vice-presidente de gerenciamento de produtos Sundar Pichai e pelo diretor de engenharia Linus Upson.

A janela do navegador é "ágil e simples", afirmaram, descrevendo em palavras o que pode ser visto no quadrinho publicado pelo Blogoscoped e oficializado pelo Google.

"Para a maioria das pessoas, não é o navegador que interessa. (O navegador) é apenas uma ferramenta para rodar coisas importantes - páginas, sites e aplicações que compõem a internet. Como a página clássica do Google, o Chrome é rápido e limpo", afirmam.

O Chrome rodará aplicações online "muito melhor", escreveram, com abas que mantêm isoladas "sandboxes" que deverão prevenir que "uma aba abra na outra e ofereça melhor proteção contra sites maliciosos".

O Chrome é também mais veloz e com resposta melhor que seus rivais, e conta com um novo engine de JavaScript, o V8, que está por trás de aplicações online de próxima geração ainda não suportadas pelos atuais navegadores, segundo o post.

Componentes do WebKit, da Apple, e do Firefox, da Mozilla, são parte do Chrome, alega o Google.

[via]

segunda-feira, 28 de abril de 2008

T-Mobile promete celular com Android este ano

SÃO PAULO - A operadora alemã T-Mobile disse que venderá celulares com o sistema aberto Android ainda este ano.

O vice-presidente da empresa, Joe Sims, afirmou no evento Wireless Innovations 2008, que acontece em Redmond, Estados Unidos, que terá aparelhos com Android para vender ainda este ano.

A T-Mobile, do grupo Deutsche Telecom, tem investimentos em vários países e espera estrear o Android nos Estados Unidos.

Sims afirmou que o sistema aberto permitirá a uma multidão de desenvolvedores criar aplicativos e soluções para celulares, o que na opinião do executivo terá “impactos radicais” no desenvolvimento de novas funcionalidades para smartphones.

O executivo não disse, no entanto, que modelos de celular espera ter à disposição dos consumidores.

Até o momento, a fabricante asiática HTC foi quem exibiu os protótipos mais avançados com Android. A fabricante afirma que estréia o Android num modelo chamado “HTC Dream” ainda este ano.

[via]

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Google inicia oferta de anúncios para celular no formato banner


Seattle - Empresas poderão usar banners ao invés de textos simples. Google inclui texto abaixo do banner para identificá-lo como anúncio.

O Google começará a oferecer anúncios para celular no formato banner, revelou a empresa nesta quarta-feira (23/04).

As empresas que utilizam o AdWord, do Google, para anunciar online, agora poderão mostrar banners em celulares ao invés de textos simples. O Google inclui uma linha de texto abaixo de cada banner identificando que ele é um anúncio.

Outras empresas, como Yahoo, AdMob e Third Screen (da AOL), já oferecem anúncios móveis no formato banner. A Microsoft também exibe banners em algumas versões móveis de seus sites, como o MSNBC e páginas do MSN.

Apesar de já haver companhias que apoiam os banners para celular, o uso da internet móvel ainda é relativamente baixo, o que significa que o Google não perdeu uma grande oportunidade até agora, diz o analisa Greg Sterling. “Não é o caso de o comportamento do consumidor estar estável e, eles, atrasados”, diz.

Além disso, segundo Sterling, a maioria dos anunciantes ainda estão testando os anúncios móveis, então poucos estão “casados” com uma rede de publicidade.

O Google pode ter uma vantagem sobre seus rivais no mercado de banners para celular graças à forma como cobra os anunciantes. Todos os seus anúncios têm base no sistema “pay-per-click”.

Outras plataformas de anúncio geralmente cobram pelas impressões ou quantas vezes a página com o anúncio é visualizada - e no mercado móvel, estas taxas geralmente são muito altas, afirma Sterling.

Com o Google, os anunciantes podem testar seus anúncios com menos risco, já que pagam somente pelos cliques do usuário, aponta o analista.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Orkut ganha versão para celulares



Desde o ano passado, o Google vem adotando uma série de recursos para tornar a sua rede social mais competitiva e ganhar popularidade fora do Brasil (53,99% dos usuários) e da Índia (16,91%). Agora, um dos seus poucos serviços que não possuía interface móvel ganhou uma versão própria para celulares e também para usuários que não possuem conexão banda larga.

Com uma interface bem simples (beeem mesmo!), o serviço permite ler os recados recentes, pesquisar por usuários, escrever recados, receber lembretes de aniversário e responder às solicitações de seus amigos. A novidade não traz nada de especial para quem possui iPhone, mas já é uma mão na roda para aquelas situações onde precisamos ler algum recado urgente, não há internet wireless disponível e não podemos perder nem tempo nem dinheiro acessando a versão completa do site.

O endereço para essa versão é: http://m.orkut.com e, para habilitar a configuração nos casos de pouca largura de banda, acesse o menu “configurações” de seu perfil e, na aba “geral“, marque a opção desejada.

Para os que possuem um aparelho com suporte à linguagem Java, uma dica legal é o aplicativo mKut do portal JMobi, desenvolvido e mantido pela Praesto Convergence, que traz as funcionalidades do Orkut para o seu dispositivo móvel de uma maneira simples e bem intuitiva. Para saber se o seu aparelho é compatível, conhecer outros serviços ou para maiores informações, acesse o site do portal.

OBS: aos orkuteiros de plantão, vale lembrar que é aconselhável ter um plano de dados, para depois não se assustarem com a fatura. Essas soluções são otimizadas para evitar muitas trocas de dados, mas algumas operadoras cobram caríssimo pelo tráfego excedente.

[via]